Las actividades se gestan en las Comisiones de Enlace Local, Regional o General, en los Grupo de Trabajo de Convergencia o por las transferencias generadas entre analistas. Pueden participar de ellas todos aquellos interesados. Lo producido en Jornadas, Congresos, Foros, etc, puede ser publicado.
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El Cuerpo y lo Sexual
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La experiencia del Psicoanálisis Lo sexual: inhibición, cuerpo y síntoma |
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| Facultad de Derecho de la Universidad de Buenos Aires - Figueroa Alcorta 2263 • Ciudad Autónoma de Buenos Aires • Argentina |
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Cuestiones Cruciales del Psicoanálisis - Ciclo 2008/2009
''La experiencia del psicoanálisis: La responsabilidad ante el deseo''
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| ''...la originalidad que constituye...., la puesta en primer plano..., de ese elemento privilegiado llamado el deseo. Permite decir que hasta Freud todo estudio de la economía humana había partido más o menos de una preocupación por la moral, en el sentido de que no se trataba tanto de estudiar el deseo como, de entrada, reducirlo y disciplinarlo. Ahora bien, de lo que nos ocuparemos en el psicoanálisis es de los efectos del deseo en un sentido muy amplio. El deseo no es un efecto lateral.''
Seminario 5, J. Lacan, pág. 259
''Está por formularse una ética que integre las conquistas freudianas sobre
el deseo: para poner en su cúspide la cuestión del deseo del analista.''
La dirección de la cura, J. Lacan, pág. 59 |
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| • Ciudad Autónoma de Buenos Aires • Argentina |
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Corps et symptôme dans la culture
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| Un des fondements métapsychologiques du symptôme est pour Freud la pulsion, soit chez lui l’effet du somatique sur le psychique. Lacan prend la chose à l’envers, considérant que c’est l’impact sur le corps du fait qu’il y a un dire. Cela se manifeste par l’inscription de sa trace : effet de lettre sur l’organisme... |
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| • París • Francia |
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Corps et symptôme dans la culture
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| Un des fondements métapsychologiques du symptôme est pour Freud la pulsion, soit chez lui l’effet du somatique sur le psychique. Lacan prend la chose à l’envers, considérant que c’est l’impact sur le corps du fait qu’il y a un dire. Cela se manifeste par l’inscription de sa trace : effet de lettre sur l’organisme... |
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| Email: convergencia.clf@wanadoo.fr |
| • París • Francia |
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Cuestiones Cruciales del Psicoanálisis
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| En los así llamados”Escritos técnicos” Freud, refiriéndose al analista, decía:
“El camino del analista es diverso, uno para el cual la vida real no ofrece modelos.”
(Puntuaciones sobre el amor de transferencia 1915)
Define así un desafío actualizado toda vez que el analista se haga el soporte de la interrogación que lo real le presenta desde el padecimiento de aquel que consulta; esto abre esa zona decisiva que es la transferencia; es allí donde se encuentra concernido por una cita inevitable y donde se verifica si está en el lugar que conviene para responder en consecuencia. Es alrededor de ese punto que Lacan piensa el deseo del analista. |
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| Email: circulofreudiano@arnet.com.ar |
| • Ciudad Autónoma de Buenos Aires • Argentina |
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2º Jornada Preparatorias para IV Congreso de Convergencia JORNADA CLÍNICA: LA REALIDAD SEXUAL DEL SÍNTOMA
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| ''Que los síntomas tienen un sentido y que sólo se interpretan correctamente - correctamente quiere decir que el sujeto deje caer alguno de sus cabos- en función de sus primeras experiencias, a saber,
en la medida en que encuentre lo que hoy llamaré, por no poder decir al respecto nada más ni nada mejor, la realidad sexual.''
J. Lacan: ''Conferencia en Ginebra...'' (4 de octubre de 1975) |
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| Email: comisionenlacetucuman@gmail.com |
| • San Miguel de Tucumán • Argentina |
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Cuestiones Cruciales del Psicoanálisis
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| La transferencia en la experiencia del psicoanálisis
El deseo del analista es el articulador verdadero y último de lo que constituye la transferencia, y Lacan afirma que las contribuciones que cada uno de los analistas ha aportado al resorte de la transferencia, permiten leer la singularidad propia del deseo que está en juego en cada uno de ellos. |
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| Email: escfa@sinectis.com.ar |
| • Ciudad Autónoma de Buenos Aires • Argentina |
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Laços entre Analistas FÓRUM DE CONVERGENCIA
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| A Psicanálise continua. Fundada por Freud e após a morte de Lacan, ela
existe por seu discurso. Esta persistência supõe um ato suplementar, aquele
de deduzir do discurso um outro tipo de laço entre psicanalistas. |
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| • Porto Alegre • Brasil |
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Simpósio/Colóquio: ''Corpo e Sintoma''
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24, 25 e 26 de julho de 2008
Convocatória Às Instituições Brasileiras de Convergencia,
Corpo e sintoma
Argumento de Intersecção Psicanalítica do Brasil,organizadora com Analyse Freudienne e Dimensions de la Psychanalyse do Simpósio-Colóquio de Convergencia, a ser realizado em Muro Alto (Ipojuca-PE), de 24 a 26 de julho de 2008
A psicanálise teve seu início ao se interessar pelos corpos que deixam de obedecer ao saber que está neles. Por ser habitado pela linguagem, o corpo é desnaturado e não obedece a um saber próprio, que lhe seria natural, diferentemente do que ocorre no animal, no qual há uma confluência entre viver e saber. O corpo histérico que Freud apresenta é um corpo disputado, de um lado, pela auto-conservação, e de outro, pelo gozo pulsional.
A partir dos anos setenta, Lacan elabora uma nova definição de sintoma: o sintoma como acontecimento de corpo. O que está implícito nesta definição é o real em jogo no sintoma. O sentido precisa ser ultrapassado para que o real seja atingido.
Lacan constrói essa nova definição, correlata ao conceito de Sinthoma, estudando a prática lingüística de James Joyce, em relação ao desconhecimento do próprio corpo mostrado pelo escritor irlandês. ''Deixemos o sintoma no que ele é: um evento corporal ...'', sentencia Lacan na Conferência de junho de 1975.
Antes, o sintoma era definido como advento de uma significação, e, nessa perspectiva, ele era interpretável. Concebê-lo como acontecimento de corpo torna problemático o estatuto da interpretação. O sintoma no sentido freudiano é o que se interpreta. Com o conceito de Sinthoma, Lacan mostra que o sintoma não é mais a verdade a ser interpretada, mas gozo. A redução ao real vai permitir ir além da linguagem, pondo um limite à fuga do sentido.
A nova definição se impõe quando se pensa o sintoma como gozo. Em Inibição, Sintoma e Angústia, Freud fala do sintoma como uma satisfação da pulsão, ou seja, a satisfação que a pulsão alcança em seu circuito em torno do objeto. Sendo uma satisfação da pulsão, o sintoma é condicionado pela vida, sob a forma de corpo vivo. O sintoma é gozo que passa pelo corpo. Trata-se de um corpo vivo, afetado pelo sintoma.
O corpo-sintoma existe para atender às exigências da pulsão, satisfazer e produzir gozo. A passagem do prazer ao gozo é verificada quando o saber do corpo é desobedecido, quando há uma perda na finalidade do órgão, que se desnaturaliza, por exemplo, quando o ato de comer ultrapassa a necessidade. Há uma distinção entre ser um corpo (animal) e ter um corpo (humano). Esta distinção particulariza o sintoma como próprio do corpo, mas indica também que o sujeito não se reconhece nem se identifica com o seu corpo-sintoma.
Trata-se de um corpo que goza, de um gozo autístico, de tal forma que não há lugar de endereçamento dado a priori. A partir do Seminário 20, a língua assume um valor secundário e a alíngua é pensada como primária. Concebida como uma nomeação para o não-todo da língua, a alíngua, figurada mais diretamente pela língua do materno, afeta primeiramente o sujeito por tudo o que ela comporta de efeitos que são afetos. E a linguagem sendo feita de alíngua, o acontecimento de corpo torna-se acontecimento de discurso que deixa traços no corpo, desorganizando-o e fazendo sintoma.
Qual a diferença entre sintoma e sinthoma? É que o sinthoma designa precisamente o aspecto do sintoma rebelde ao inconsciente, aquilo que do sintoma não representa o sujeito, nem se presta a nenhum efeito de sentido. O final de análise seria caracterizado pelo atravessamento do fantasma. Dali um efeito de sujeito podendo identificar-se com o sintoma ou arranjar-se com ele.
Freud nos apresentou os corpos histéricos. A clínica psicanalítica atual nos oferece uma multiplicação de fenômenos corporais: a síndrome de pânico, a anorexia, a bulimia, as adições, etc. Nossa proposta é debruçarmo-nos sobre esses acontecimentos de corpo a partir da última proposição de Lacan sobre sintoma, formulada em articulação com o conceito de Sinthoma.
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| Email: simposiocoloquio@gmail.com |
| • Pernambuco • Brasil |
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Simpósio/Colóquio: ''Corpo e Sintoma''
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| 24, 25 e 26 de julho de 2008
P/ Comissão organizadora:
Ana Lucia Bastos - (81) 99681403
Gina Andrade - (81) 91726490
Luiza Bradley - (81) 92422535
Rachel Rangel - (81) 91925224
Rossane Wanderley – (81) 91575669
Sandra Walter - (81) 91724438
Socorro Soares - (81) 91820437
Suzana Canizzaro - (81) 94359996
Intersecção Psicanalítica do Brasil,
Dimension de la Psychanalyse,
Analyse Freudienne |
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| Email: simposiocoloquio@gmail.com |
| • Pernambuco • Brasil |
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Cuestiones Cruciales del Psicoanálisis
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| La transferencia en la experiencia del psicoanálisis
PANELISTAS:
Alberto Franco, Mayéutica-Institución Psicoanalítica
Marta Nardi, Escuela Freudiana de la Argentina
Ana casalla, Escuela Freudiana de Buenos Aires
Coordina: Eva Lerner |
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| Email: secretaria@efba.org |
| • Ciudad Autónoma de Buenos Aires • Argentina |
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Palestras Preparatórias para o Simpósio/Coloquio
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| 7 de jonho/08
1ª parte:
Seminário 21, Os nao tolos erram (Les non-dupes errent) - 1975/1976
Seminário 22, R.S.I. (1974-1975)
2ª parte:
Seminário 23, O Sinthoma (Le Sinthome) - 1975/1976
Seminário 24, O nao sabido que sabe (L¹ Insu que sait) - 1976/1977 |
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| Email: simposiocoloquio@gmail.com |
| • Recife • Brasil |
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1º Jornada Preparatorias para IV Congreso de Convergencia
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| Foro-debate:
¿Qué es el cuerpo a partir del descubrimiento del incosciente?
Tomarán la palabra en la primera parte de la actividad:
Carolina Fábregas (Círculo Psicoanalítico Freudiano)
Felisa Puszkin (Escuela de Psicoanálisis de Tucumán)
Alicia López Groppo (Escuela de Psicoanálisis Sigmund Freud-Rosario)
Osvaldo Couso (Escuela Freudiana de Buenos Aires)
Noemí Sirota (Escuela Freudiana de la Argentina)
Alberto Narvaja (Institución Psicoanalítica de Buenos Aires)
Alejandro Peruani (letra, Institución Psicoanalítica)
Diana Voronovsky (Mayéutica-Institución Psicoanalítica)
María Silvia Lazzaro (Trieb, Institución Psicoanalítica)
Héctor Zablocki (Triempo, Institución Psicoanalítica) |
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| • Ciudad Autónoma de Buenos Aires • Argentina |
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Cuestiones Cruciales del Psicoanálisis
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| La transferencia en la experiencia del psicoanálisis
En la consideración de una pregunta acerca de qué se espera de un analista, Lacan aborda la función que jugaría la experiencia del psicoanalista en su formación, es decir: lo que debe saber de él mismo en tanto que psicoanalizante, saber que concierne a aquello a lo que se reduce el sujeto supuesto saber. En aquellos años ''él mismo'' remite a la cuestión de la autorización, tratada en particular en la Proposición del 9 de Octubre de 1967, en la que afirma que la transferencia se ubica en el primer punto de empalme de la intensión con la extensión...
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| • Ciudad Autónoma de Buenos Aires • Argentina |
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Qu’attendons-Nous Aujourd’hui Des
«Quelques Autres»
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| Qu’est ce qui motive un psychanalysant à devenir analyste ?
Comment s’appuie-t-il sur « quelques autres » pour s’autoriser à cet acte dont il ne connaîtra les coordonnées qu’après coup ? Ces autres ne sont-ils que ceux qui le côtoient dans des dispositifs de transmission indirecte (cartels et passe en particulier) ? Ou faut-il en pousser la définition jusqu’aux associations et leurs regroupements internationaux ? |
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| • París • Francia |
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